quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Korean Style

Seguindo a onda da moda oriental, agora vou postar sobre a moda coreana.
As coreanas são beeem menos excêntricas, se vestem mais normal em comparação às japonesas, e normalmente utilizam de roupas de grife ou até mesmo roupas de departamento da Coréia (que na minha opinião, seria ótimo ter algumas aqui pelo Brasil).
Algumas tem um estilo mais sexy, outras menininhas, outras geeks, mas cada uma com um estilo.


A seguir algumas fotos:







Harajuku

Harajuku (em japonês: 原宿?) é o nome popular para a área ao redor da Estação Harajuku, na Linha Yamanote do Município de Shibuya em Tokyo, Japão.
Esta área é conhecida principalmente como ponto de encontro de adolescentes, e é localização da loja de departamentos Laforet, que trabalha com a maioria das marcas famosas de moda jovem.
Harajuku se tornou famosa nos anos 90 devido ao grande número de artistas de rua e jovens com roupas extravagantes que se reuniam lá aos domingos quando Omotesando ficava fechada ao trânsito. Isso terminou no fim da mesma década e o número de artistas, fãs de visual kei, rockabillies e punks diminuiu gradativamente desde então. Outro centro da moda chamativa de Harajuku são as gothic lolitas entre as subdivisões do estilo. Mas também se concentram outros como, decoras, Visual kei, e jovens com suas próprias invenções.
Perto da estação de trem há o Templo Meiji, que é famoso pelo grande número de pessoas que o visitam todo ano, assim como o Parque Yoyogi. Também localizam-se perto dali a Rua Takeshita, uma rua repleta de butiques de moda e outros produtos voltados principalmente para o público jovem/adolescente, e Omotesando, uma rua longa com cafés e butiques caras, populares tanto entre moradores quanto turistas. Recentemente, a área conhecida como "Ura-Hara" (travessas de Harajuku) ficou conhecida pelas grifes independentes de moda casual. Os estilos mais arrojados são expostos globalmente em revistas como a FRUiTS. Lugares importantes da região incluem a central da NHK. As ruas ficam lotadas nos fins-de-semana, quando jovens se reúnem para fazer compras e sair com os amigos.
Harajuku é uma localização icônica bastante popular no mundo do entretenimento, dentro e fora do Japão. A cantora estado-unidense Gwen Stefani faz referência a Harajuku em algumas de suas músicas e inclui quatro dançarinas vestidas como "Garotas de Harajuku" em segundo plano em suas apresentações. Uma edição especial de Takeshi's Castle (conhecido MXC nos Estados Unidos) continha uma cena filmada na estação, em que Hayato Tani (ou "Captain Tenneal") dá um de seus discursos de encorajamento para os competidores. O músico e produtor brasileiro Astronauta Pinguim também faz referência ao local, em uma música do seu novo album, Supersexxxysounds. A música chama-se "Harajuku, here we go!" Outra referência é feita na música I'm A Cuckoo do grupo Belle and Sebastian onde aparece "And watch the Sunday gang in Harajuku" .

No Brasil há quem imite o estilo desses frequentadores de Harajuku, e normalmente são encontrados no bairro da Liberdade, em São Paulo.







Ankle Boots

As ankle boots fizeram bastante sucesso neste último inverno, mas há muitos modelos no mercado já adaptados pro nosso próximo verão.
São botas que normalmente vão até a altura do tornozelo, mas alguns modelos vão até a canela.

A seguir, dicas que retirei do blog Das Marias


Com o que usar?
Use com calças do tipo skinny, retas, com um top, comprido ou não. Se o jeans for curto, combine com peças mais curtas na parte de cima, se optar pelo leggings, use com alto comprido. Vestidinhos soltos + legging também são interessantes. Se você realmente não tem medo de ousar, use as ankle boots com meião tipo polaina, meia e saia.

Quem pode usar?
Sem riscos, as magras e com um biotipo longelíneo. As altas também passam bem. Baixinha e gordinha? Use mas tomando cuidado para criar um “bloco de cor”, com as leggins ou meia-calças opacas da mesma cor da bota.





Acima, estão alguns exemplos de Ankle boots que retirei do Lookbook.nu

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Origem do Espartilho

Espartilho ou Corselete é uma peça do vestuário feminino que dispõe de barbatanas metálicas e amarração nas costas. Essa peça tem como objetivo reduzir a cintura e manter o tronco ereto, controlando as formas naturais do corpo e conferindo a ele mais elegância.
O Espartilho ou Corset surgiu por volta do século XVI, e tinha como objetivo manter a postura e dar suporte aos seios. Somente por volta do século XIX graças a invenção dos ilhóses e o uso de barbatanas de baleia que a atenção foi voltada para a cintura e teve início a era das cinturas minúsculas, conhecida como era Vitoriana. A peça caiu em desuso no início do século XX quando foi inventado o sutiã. No início dos anos 80 alguns estilistas trouxeram de volta à moda peças que antes tinham sido relegadas ao fetiche e dentre elas estava o Espartilho. Esse revival não durou muito, em 1990 apenas poucos espartilhos apareciam em coleções de estilistas famosos. Em 2010, o espartilho voltou à moda.
Do século XVI para cá os espartilhos mudaram bastante. No início eram feitos com tecidos pesadamente engomados, hoje usados em tapeçaria e reforçados com junco e cordas engomadas. Atualmente temos peças muito mais leves, feitas com barbatanas ortopédicas.
Existem vários tipos de espartilhos para todos os gostos, seja para usar debaixo de alguma roupa, seja para usá-lo sozinho apenas. Também pode ser usado como um apelo sexual.

Pin-ups

O espartilho ou Corset é um simbolo para as pin ups, assim como o batom vermelho. No Brasil, as Pin Ups estão voltando a moda neste ano de 2010 e permanecera em 2011.






Riscos do Uso

A pressão excessiva no abdome tráz riscos, pois reflete nos órgãos internos e, consequentemente, no aumento da pressão venosa precipitando o aparecimento de varizes e inchaço nas pernas. Em casos extremos, isso pode causar uma trombose. A pressão interna também eleva o diafragma, modificando a dinâmica respiratória. O que pode levar à atelectasia, resultado da diminuição da ventilação pulmonar, o que pode provocar acúmulo de secreções e até uma infecção.
Com relação à pressão sofrida nas costelas flutuantes, a fim de moldá-las: elas não são fáceis de quebrar por estarem presas apenas na parte de trás. Mas elas são assim justamente para não comprimirem o abdome e para protegerem os órgãos vitais


Piercing de espartilho – Elegância ou Bizarra modificação corporal?


Uma das mais recentes tendências da modificação do corpo se chama piercing de espartilho ou em inglês Corset Piercing. O espartilho era uma roupa feita para mulheres usado no século XVI que tinha a intenção de moldar o corpo da mulher, o efeito desejado era de uma  hourglass ou melhor dizendo ampulheta com exageros no quadril, busto e cintura.
Embora o espartilho tenha uma longa historia o Corset Piercing é de origem contemporânea, vindo em pratica com a criação da indústria de  body piercing na década de 90. Como o espartilho é associado com o comportamento erótico e estético (em particular o fetiche) também em paralelo com os espartilhos a maioria dos usuários de Corset Piercing são mulheres e essa prática consiste em perfurar as costas, panturrilha ou braços, por exemplo, inserindo piercing e colocando uma fita assemelhando-se a um espartilho.
Existe alguma controvérsia sobre a publicação e promoção de imagens de Corset Piercing, quase todas as imagens usadas são frescas sem o tempo necessário para curar corretamente, as imagens usadas em publicidade são previamente” Photoshopada” eliminando indícios de inchaço, vermelhidão ou infecção promovendo a ilusão que esses piercings são fáceis já que não são poucos  furos para mantê-los em simetria… 


História da Moda

Os seres humanos desde o começo passaram a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima e, com o tempo, essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status.
Na época bizantina dava-se valor, por exemplo, às roupas na cor roxa, pois essa cor era derivada de um pigmento muito raro que só a nobreza tinha condições de adquirir.
Já os mais pobres usavam roupas na cor azul, que era feita com uréia, encontrada em abundância, pois os tintureiros tomavam muitas bebidas alcoólicas, faziam a urina em baldes, e essa era utilizada para tingir as peças de tecido.

A moda nos anos 1920

Moda de 1925
Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquiagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquiagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.
OBS: A moda teve o seu marco nas décadas de 60 e 70, com a influência de "mods" "skinheads" que buscavam um meio alternativo de se vestir. Eles destruíam roupas clássicas e misturavam com roupas cotidianas , no entanto o mercado viu a necessidade de fazer roupas finas que atendesse aquele público que queria sair do clássico.
Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.
Foi uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
A silhueta dos anos 1920 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
A sociedade dos anos 1920, além da ópera ou do teatro, também freqüentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados.
Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores. Foi a época da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.

Figurinistas da década de 1920

Jacques Doucet (1853-1929), um figurinista francês, em 1927, subiu as saias para mostrar as ligas rendadas.
Coco Chanel criou a moda dos cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos.
Jean Patou, estilista francês teve o foco na criação de roupas esportivas. Inclusive para a tenista Suzanne Lenglen. Também revolucionou a moda da praia99 a com seus maiôs.

Décadas de 1960 e 1970

Hippies
As roupas nas décadas de 60 e 70, época dos hippies, transmitiam a paz e amor, lemas da época, por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.